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sábado, 2 de julho de 2016

CABELOS OLEOSOS:O QUE FAZER ?

A oleosidade acaba com o volume do cabelo, deixa um aspecto gorduroso o visual desleixado. Quem convive com este problema de oleosidade excessiva nos fios enfrenta diariamente este problema de aparência, além de palpites para aliviar o problema que quase sempre não servem. O difícil é encontrar uma receita que realmente funcione.                                                                               Resultado de imagem para fotos CABELOS OLEOSOS

Como resolver este problema?
É preciso lavar os cabelos todos os dias para que diminua a oleosidade. Usar produtos específicos, como xampus, cremes esfoliantes para o cabelo, entre outros que auxiliam na melhora. Uma alimentação desequilibrada, alterações hormonais e principalmente associação de diversos produtos químicos, podem provocar o aumento da oleosidade.

Quando você aplica muitos produtos no couro cabeludo ao mesmo tempo, eles começam a se acumular, causando o excesso oleosidade. Alimentar-se corretamente, evitar o uso excessivo de produtos químicos e cuidar de sua saúde hormonal, auxiliam a baixar o nível de oleosidade.

Existe um mito que “somente cabelos lisos são oleosos”, uma grande mentira. Os cabelos lisos e com pouco volume tendem a ser oleosos, mas cabelos grossos e cacheados podem sofrer com o problema também. A diferença é que as ondas e o frizz não deixam o sebo se espalhar  pelo comprimento dos fios, concentrando-se na raiz.

É isso meninas. 

MAIS POTÁSSIO NA DIETA REDUZ O RISCO DE DERRAME.

Um incremento no consumo de frutas e legumes frescos e uma redução na ingestão de alimentos industrializados podem aumentar a presença do potássio na dieta e levar a uma redução de 24% no risco de derrames cerebrais na população.                                                                                                                               Resultado de imagem para foTOS de frutas que contem potassio

Hoje, a doença é a principal causa de morte e incapacidade no Brasil. A indicação vem de uma grande revisão de estudos liderada por pesquisadores da OMS (Organização Mundial da Saúde) e publicada no "British Medical Journal".
O trabalho envolve dados de quase 130 mil pessoas saudáveis e mostra que, entre as que consumiam mais potássio (de 3,5 g a 4,7 g por dia), o risco de derrame era 24% menor do que no grupo que ingeria menos desse nutriente. O potássio é essencial para o funcionamento celular e serve como contraponto à ação do sódio, componente do sal fortemente ligado à hipertensão, que é fator de risco para derrames e outras doenças cardiovasculares. O trabalho sobre potássio, assinado por Nancy Aburto, do Departamento de Nutrição para a Saúde e o Desenvolvimento da OMS, é acompanhado por outras duas revisões de estudos a respeito do efeito de reduções do consumo de sódio na pressão. Que cortar o sal da dieta ajuda a controlar a pressão é mais do que sabido. O que ainda se discute são as metas ideais de consumo diário -e como implementá-las. Hoje, a OMS recomenda até 5 g de sal por dia -- o equivalente a 2 g de sódio.
De acordo com o trabalho liderado pelo pesquisador Feng He, da Universidade de Londres, diminuir o consumo de sal dos atuais 9 g a 12 g observados em média na população para 5 g já teria um grande impacto, mas um corte mais radical, para 3 g, seria ainda melhor para o controle da pressão arterial.
"Essa é uma ótima meta, mas muito difícil de cumprir", afirma o nutrólogo e cardiologista Daniel Magnoni, diretor de nutrição do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. "Os alimentos industrializados não estão prontos para isso nem as pessoas." O governo brasileiro estabeleceu metas de redução de sódio para os alimentos industrializados, mas o acordo foi visto como tímido por alguns especialistas.
DIA DA SAÚDE
O controle da pressão arterial foi o tema escolhido pela OMS para o Dia Mundial da Saúde. No Rio de Janeiro, a Federação Mundial do Coração discutiu o cumprimento dos objetivos da OMS de redução de 25% da mortalidade por doenças crônicas até 2025. "Queremos a adesão do Brasil a esses objetivos", afirma Johanna Ralston, diretora-presidente da federação. Também será lançado um aplicativo de celular (Pontuação Digital da Saúde) que avalia o risco de desenvolver doenças crônicas.
É Isso meninas.